quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Veja a vida com amor.




Ninguém entra num jardim para ver só folhas secas. Entra para ver a beleza das flores. Ninguém entra num pomar para ver só frutas podres. Entra para ver os frutos bons e provar de seu gosto. Ninguém olha para o céu só para ver a escuridão da noite. Olha para ver o brilho das estrelas. Ninguém deixa de contemplar rosas, apesar dos espinhos que elas têm.
E assim por diante.
Dizemos que é um péssimo observador quem se prende só a detalhes sem ver toda a obra. Qualquer pintor, ao pintar os seus quadros, espalha as cores cuidadosamente. Aqui, acentua o claro. Ali, o escuro. Aqui, põe mais luz. Ali, põe mais sombra. Depois que tudo está pronto, é que expõe a obra à contemplação de todos. Quanto mais atenciosamente alguém examina os detalhes, mais sensivelmente há de sentir o enlevo dos sentidos e do coração na percepção da mensagem de toda a obra.
Nossa vida deve ser vista também sob este prisma. Ela é perfeita e bela. Seu autor é Deus. Por isso os altos e baixos não a enfeiam nem lhe tiram o brilho. As misérias e as fraquezas, as doenças do corpo e as tristezas do coração são como nuvens apenas que escondem o sol por pouco tempo.
Também essas coisas devem ser vistas com bons olhos e aceitas com amor. Gostaríamos que nossa vida fosse um caminho limpo, sem curvas, pedras e subidas; sem pó e sem obstáculos; sem encontrões e sem alterações. Mas, não adianta sonhar tais sonhos. Esta vida ainda não é o céu que esperamos!


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